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Alunos do IFMA são destaque em feira de ciência e tecnologia

O Campus Imperatriz teve dois trabalhos apresentados. Um deles foi premiado na categoria Ciências Sociais Aplicadas.
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 29/09/2017 15h38
  • última modificação 29/09/2017 15h38

Alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Imperatriz participaram da 13ª Feira Nordestina de Ciência e Tecnologia (FENECIT), que ocorreu de 19 a 23 de setembro em Recife/PE. O evento tem o objetivo de expor e premiar, em cada categoria, os quatro melhores trabalhos de alunos de ensino fundamental, médio ou nível técnico. Os representantes do Instituto foram Leonardo Wanderley e Rebeca Sousa, respectivamente estudantes de Edificações e Química.

Pesquisadores sem fronteiras

Com o projeto “Borderless: pesquisadores sem fronteiras”, o aluno Leonardo Wanderley levou o prêmio de 4º lugar na categoria Ciências Sociais Aplicadas. A proposta do trabalho é motivar e apoiar outros estudantes a montarem e desenvolverem projetos de pesquisa. Para isso, diversas estratégias estão sendo elaboradas – entre elas a criação de um site e um aplicativo contendo informações úteis aos futuros pesquisadores.

“A ideia de desenvolver plataformas para formar pesquisadores surgiu justamente de uma aula sobre gestão e empreendedorismo”, conta Leonardo. Segundo ele, o professor Marcelo Chagas sugeriu à turma que pensasse em um negócio aplicando conceitos de gestão, qualidade e empreendedorismo. Assim surgiu a ideia do “Borderless”.

Segundo o professor Marcelo Chagas, o projeto ainda está em fase inicial e foi uma grata surpresa ter sido reconhecido tão precocemente. “É prova de que estamos no caminho certo. É um trabalho de cunho desenvolvimentista não só para o IFMA, mas para todos que têm paixão pela pesquisa”, comenta.

Análise fitoquímica do bacurizeiro

Já o trabalho de Rebeca Sousa teve o objetivo de fazer análise fitoquímica da raiz, da casca do fruto e da semente do bacurizeiro a fim de desenvolver um produto que diminua o desperdício da planta. A pesquisa também teve como autora a aluna Gabriela Vieira e, como orientadora, a professora Carmen Lúcia Vieira. Segundo a estudante, a pesquisa tem potencial inovador. “Queremos identificar substâncias presentes em partes da árvore que ainda não são ou foram pouco estudadas – procurando dar uso a elas”, revela.

Segundo Rebeca, a pesquisa está na fase inicial. A equipe está aguardando o período da safra para fazer as análises e, posteriormente, um produto derivado da casca do bacuri ou de outra parte pouco aproveitada da planta.

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