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Campus realiza Semana de Africanidades

A IX Semana de Africanidades teve o objetivo de valorizar a história e a cultura afro-brasileiras e aconteceu de 13 a 17 de novembro de 2017.
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 22/11/2017 12h21
  • última modificação 22/11/2017 12h21

A Semana de Africanidades contou com atrações culturais, mesas redondas, oficinas, concurso de contos e concurso de beleza.

Com o objetivo de promover a diversidade a partir da valorização da história e da cultura afro-brasileiras, o Instituto Federal do Maranhão (IFMA), por meio do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indiosdescentes (NEABI) – Campus Imperatriz, realizou, entre os dias 13 e 17 de novembro, a IX Semana de Africanidades. Com o tema “Conquistas e afirmações identitárias na década dos Afrodescendentes” o evento envolveu professores, estudantes e técnicos administrativos. A Semana contou com atrações culturais, mesas redondas, oficinas, concurso de contos e concurso de beleza.

Para a coordenadora do evento e representante do NEABI Campus Imperatriz, Maria José de Sá, a IX Semana de Africanidades. “Os alunos puderam expressar a sua consciência negra, a importância da luta contra o racismo e preconceito racial por meio de poesias, danças e músicas no Sarau Literário e Festival de Música Negra, além de mostrar com orgulho a sua identidade cultural por meio do II Concurso Beleza Negra”, avaliou Maria José de Sá.

Programação:

Dia 13/11

Pela manhã teve atração cultural com a participação da atriz e poetisa local, Lilian Diniz. Em seguida foi realizada uma mesa redonda sobre o tema da semana: “Conquistas e afirmações identitárias na década dos Afrodescendentes” com a participação especial do Prof. Batista Botelho, da Profª Doralice de Assunção Mota e da Pedagoga do campus, Izaura Silva.

A tarde foi realizada uma oficina de libras coordenada pela professora do campus, Adriana Oliveira Santos. Como parte da programação de abertura da semana, as professoras do campus, Eliana Kiara e Thayane de Sousa, realizaram, com a participação dos alunos, o Sarau Literário: Poemas e Contos da Literatura.

Os vencedores foram:

1º Lugar:  Klaiver Pereira da Silva e Lucas Costa Santos, turma 322, com a poesia “Nossa vida não pode ser definida por quantidade de melanina”;

2º Lugar: Eliane Sales Sousa e Divino Clemente dos Santos, da turma 193 – P, com a poesia “Navio Negreiro”, de Castro Alves;

3º Lugar: Guiomar Ribeiro, Jhéssyca Gomes, Matheus Silva, Alzeneide Santo, Maria Mota, Irisdaiana Sousa, Jânio Maurício, Carina Mota com a música “Resgatando a Identidade”, de Jorge Aragão.

Dia 14/11

Foi realizada uma oficina de automaquiagem negra com a orientação da professora e maquiadora profissional, Thayane de Sousa. Pela noite houve o II Concurso da Beleza com o objetivo de trabalhar a autoestima de alunos e alunas negros e negras, destacando a beleza e valorizando a diversidade étnica e sociocultural na escola.

Os vencedores foram:

Feminino:

1) Keiciane Pereira da Silva

2) Ana Beatriz S. Barros

3) Graziella Batista da Silva

Masculino:

1) Manassés Macedo de Brito

2) José Madson Rocha Viana

3) Ismael Matheus S. Moraes

Dia 16/11

Foi realizada uma palestra sobre os 15 anos do Centro de Cultura Negro Cosme. Houve, também, oficina de libras e apresentação cultural em libras. A professora Leoilma Moraes realizou com os alunos do curso de Licenciatura em Física um seminário sobre importantes aspectos da cultura afrodescendente.

Dia 17/11

Foi realizada a I Mostra de Música Negra com o objetivo de valorizar expressões musicais afro-brasileiras a partir da interpretação (canto) de músicas que abordem a temática afro-brasileira/pluralidade étnico-cultural ou de autores africanos ou afro-brasileiros.

Os vencedores foram:

1º Lugar: Fancielle da Silva Freitas interpretando a música “Ávido Negro” de sua autoria;

2º Lugar: Ismael Matheus Souza Moraes interpretando a música “Testando”, de Ellen Oléria;

3º Lugar: Anna Sarah P. de Matos Salles interpretando a música “Olhos Coloridos”, de Sandra de Sá.

O encerramento foi realizado com uma mesa redonda sobre trabalho escravo contemporâneo, com a participação de membros do Centro de Defesa da Vida de Açailândia e do professor Luís Fernando.

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